OUTRA VERSÃO. Estudante de Medicina expõe conversas para negar estupro e faz BO por calúnia

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Bárbara Sá Fonte RDnews

Estudante de Medicina da UFMT, de 23 anos, denunciado nesta terça (4) por uma garota de 18, que afirma ter sido dopada e estuprada por ele, registrou boletim de ocorrência contra ela por calúnia. Ele acusa a garota de ter mentido no relato que fez no Twitter e na delegacia.

O BO foi registrado como denúncia caluniosa. De acordo com o relato do rapaz, ele e a jovem se conheceram via Tinder antes de outubro de 2018 e só se encontraram pessoalmente na primeira semana de dezembro de 2019. Ele não soube dizer o dia, quando combinaram de se encontrar via WhatsApp.

Segundo o relato dele, eles se encontraram no bairro Jardim Universitário, próximo à Louvada, e seguiram para  o Motel Segredos, onde tudo ocorreu normalmente. Após isso, ele a deixou na casa de um amigo dela, no Edíficio Clarice Linspector, a esperou entrar e foi embora. Frisa ainda que conversaram dias depois, mas ela nunca alegou ou perguntou nada sobre o dia que saíram. Destaca que nunca mais se viram pessoalmente. Somente tiveram conversas via celular.

No fim de 2019, ambos pararam de se seguir no Instagram. Quando foi nesta  quarta (5), diz ter sido surpreendido ao receber mensagens de uma amiga da faculdade, perguntando se ele estava ciente da denúncia feita contra ele no Twitter, pois o mesmo não possui uma conta. No BO ele deixa claro que o que ela diz na denúncia não “condiz com a verdade”.

O universitário detalha que os contatos da mãe e até do consultório médico do pai dele também foram expostos e há incentivo para que façam ataques à família dele.

Além do do boletim contra ela por denunciação caluniosa, o rapaz registrou também contra uma segunda pessoa, do sexo masculino, por ameaça. O caso segue sendo investigado pela Policia Civil

Repercussão

diretoria da União Estadual dos Estudantes (UEE-MT) publicou uma nota de repúdio contra o estudante. No texto, a UEE-MT ressalta que está acompanhando as investigações sobre o caso.

A UEE-MT começa a nota reforçando que em casos de estupro a “culpa nunca é da vítima”. A organização também afirmou que repudia qualquer ato de machismo estrutural e práticas misóginas que resultam na “violação, degradação e morte” de mulheres.

A UFMT também emitiu nota, informando que, se o caso de estupro for confirmado, o estudante de Medicina pode ser expulso da instituição.

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