Prefeito volta a criticar saúde no interior do estado e diz que “canetada” de juiz atrapalhou planejamento

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    Da Redação – Max Aguiar

    Foto: Rogério Florentino – Olhar Direto

    Segundo o prefeito, sua equipe fez uma trabalho antecipado, estava em pleno período de toque de recolher e com um planejamento sob controle, mas uma decisão judicial que derminou o “fechamento da cidade” acabou atrapalhando, tendo em vista que as cidades do interior, que estão em colapso, não sofreram nenhum tipo de ação judicial.

    “Aqui temos um planejamento, um estudo. Estávamos em total trabalho de toque de recolher e com medidas de biossegurança em todo o comércio que estava em funcionamento, mas o juiz José Luiz Lindote dá uma canetada e acaba com o nosso trabalho. Não sou contra Lockdown, não sou contra quarentena, mas desde que seja para todos. Pois fecha aqui, mas mantém o interior aberto. E o paciente do interior vem todo pra cá”, comentou o prefeito em entrevista à Rádio Metrópole FM.

    A quarentena geral, que foi imposta pela Justiça, em Cuiabá e Várzea Grande, deve continuar até o dia 9 de julho. Enquanto isso, apenas serviços considerados essenciais seguem abertos.

    O prefeito Emanuel ainda disse que nesse momento, em que os leitos estão quase sem estrutura de internação, é necessário mais apoio do governo do estado quanto a implantação de leitos de UTI e enfermaria em cidades do interior.

    “A cobrança vem só para Cuiabá, mas o interior vem todo pra cá. Eu volto a dizer, aqui temos 60% de ocupação de pacientes do interior e 40% de Cuiabá. Se o interior tivesse mais preparado, com certeza aqui teríamos mais fôlego e com mais leitos para atender o povo daqui”, comentou o prefeito. Da Redação – Max Aguiar

    Foto: Rogério Florentino – Olhar Direto

    O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) voltou a criticar a não interiorização da saúde pública e não fechamento total das cidades, que, segundo ele, estão em caos, e seus pacientes acabam desaguando na capital, devido aos municípios não terem Unidades de Terapias Intensivas (UTIs). O emedebista ainda destacou que a capital vinha trabalhando com um planejamento, que foi atrapalhado por uma “canetada” da Justiça.

    Segundo o prefeito, sua equipe fez uma trabalho antecipado, estava em pleno período de toque de recolher e com um planejamento sob controle, mas uma decisão judicial que derminou o “fechamento da cidade” acabou atrapalhando, tendo em vista que as cidades do interior, que estão em colapso, não sofreram nenhum tipo de ação judicial.

    “Aqui temos um planejamento, um estudo. Estávamos em total trabalho de toque de recolher e com medidas de biossegurança em todo o comércio que estava em funcionamento, mas o juiz José Luiz Lindote dá uma canetada e acaba com o nosso trabalho. Não sou contra Lockdown, não sou contra quarentena, mas desde que seja para todos. Pois fecha aqui, mas mantém o interior aberto. E o paciente do interior vem todo pra cá”, comentou o prefeito em entrevista à Rádio Metrópole FM.

    A quarentena geral, que foi imposta pela Justiça, em Cuiabá e Várzea Grande, deve continuar até o dia 9 de julho. Enquanto isso, apenas serviços considerados essenciais seguem abertos.

    O prefeito Emanuel ainda disse que nesse momento, em que os leitos estão quase sem estrutura de internação, é necessário mais apoio do governo do estado quanto a implantação de leitos de UTI e enfermaria em cidades do interior.

    “A cobrança vem só para Cuiabá, mas o interior vem todo pra cá. Eu volto a dizer, aqui temos 60% de ocupação de pacientes do interior e 40% de Cuiabá. Se o interior tivesse mais preparado, com certeza aqui teríamos mais fôlego e com mais leitos para atender o povo daqui”, comentou o prefeito.

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