GUERRA DA OLEAGINOSA; Auditoria questiona compra de imóvel de R$ 8 milhões pela Aprosoja-MT

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    Da Redação

    O Conselho Fiscal da Associação dos Produtores de Milho e Soja de Mato Grosso (Aprosoja) oficializou, no dia 24 de junho, a diretoria da entidade solicitação de adiamento da Assembleia Geral Extraordinária, uma vez que a entidade está passando por uma auditoria independente para averiguação de contas. A empresa Ruhling S.S. Consultores e Auditores foi contratada para auditar as contas e subsidiar o parecer do Conselho Fiscal em relação às contas do exercício de 2019.

    Contudo, um ofício encaminhado ao presidente da entidade, Antonio Galvan, já aponta algumas possíveis irregularidades nas contas, conforme parecer prévio da auditoria independente. Dentre os pedidos de esclarecimento, está sobre a aquisição de imóvel da empresa Florada Empreendimentos Imobiliários LTDA, no valor de R$ 8 milhões, sendo que foi paga uma entrada de R$ 400 mil e o restante parcelado, com supostas exigências de cláusulas abusivas, sendo que a dívida ficará para gestões futuras assumir.

    A auditoria externa solicitou ainda informações da banca jurídica que defende a Aprosoja nas dezenas de ações propostas, incluindo as 14 ações civis públicas propostas pelo Ministério Público contra a associação e outros 14 produtores rurais, além de dezenas de recursos interportos.

    BRIGA INTERNA

    No início de junho, o Conselho Consultivo enviou uma notificação com pedido de contratação de consultoria jurídica e auditoria para analisar as ações que levaram a Aprosoja à Justiça, por causa do plantio irregular de soja. Antonio Galvan e os demais diretores, ao invés de acatarem o pedido, decidiram, por meio de uma contranotificação, questionar a competência de seu próprio conselho, formado por ex-diretores da entidade: Rogério Salles, Rui Prado, Glauber da Silva, Carlos Fávaro, Ricardo Tomczyk e Endrigo Dalcin.

    A recusa dos diretores levou o Conselho Consultivo a emitir uma resposta mais enérgica informando que “pairam muitas dúvidas, não só em relação ao potencial reflexo de responsabilidade patrimonial, visto que o tema encontra-se judicializado e com pedido de reparação de danos morais coletivos, dentre outros, mas também sobre a adequação e legalidade de diversos atos decisórios e de gestão emanados pela Diretoria, além da necessidade de se apurar a fundo, eventuais desvios de finalidade no uso da entidade”, diz trecho documento enviado no dia 08 de junho

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