Mato Grosso teve 149 mil pessoas afastadas do trabalho por conta da pandemia

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Da Redação – Fabiana Mendes Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

A pandemia do coronavírus afastou 149 mil pessoas do trabalho em Mato Grosso. Esse número representa 9,7% do total da população ocupada. Cerca de 60 mil continuaram suas atividades e trabalharam de forma retoma, conhecida como home office. Os dados são os primeiros resultados de Mato Grosso da PNAD COVID19, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O levantamento é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), realizada com apoio do Ministério da Saúde, e com coleta exclusivamente por telefone, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal.

Para a realização da pesquisa, foi utilizada como base a amostra de domicílios da PNAD Contínua do primeiro trimestre de 2019. A amostra da PNAD COVID19 é fixa, ou seja, os domicílios entrevistados no primeiro mês de coleta de dados permanecerão na amostra dos meses subsequentes até o fim da pesquisa. Cerca de 5.000 domicílios distribuídos em 97 cidades estão sendo monitorados no estado.

Ainda conforme o IBGE, cerca de 168 mil mato-grossenses não ocupados não conseguiram procurar trabalho em maio por causa da pandemia de Covid-19 ou por falta de oportunidade na região em que vivem, mas gostariam de trabalhar na semana de referência.

Em maio, o IBGE estima que 1,5 milhão de pessoas estavam ocupadas em Mato Grosso, embora 2,7 milhões estivessem em idade para trabalhar, ou seja, tinham 14 anos ou mais de idade. Isso significa que pouco mais da metade (55,5%) estava trabalhando no mês passado. Já o total de desocupados foi de 174 mil pessoas no estado.

Dentre todas as pessoas ocupadas e afastadas do trabalho no estado em maio por qualquer motivo (207 mil), 123 mil continuaram a receber a remuneração e 84 mil deixaram de receber a remuneração.

Segundo a pesquisa, 527 mil das pessoas ocupadas no estado estavam na informalidade. A Proxy da taxa de informalidade, que é o percentual de pessoas ocupadas como trabalhadores informais em relação ao total de pessoas ocupadas (isto é: [trabalhadores informais/pessoas ocupadas] x 100), foi de 34,4%.

O percentual de domicílios que recebem auxílio emergencial foi de 38,8% do total de domicílios em Mato Grosso. Já a média do rendimento proveniente do auxílio emergencial recebido pelas residências foi de R$ 784.

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