Sema suspende extração de gema de diamante em MT

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    CRIME AMBIENTAL

    A diligência foi deflagrada para apurar possíveis danos ambientais em um córrego, em Nova Xavantina

    JOANICE DE DEUS
    As gemas eram extraídas em um garimpo perto de um córrego, na região do Araguaia

    Em fiscalização, equipes da Polícia Civil e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) suspenderam as atividades de um garimpo, em funcionamento nas proximidades do Córrego Antártico, em Nova Xavantina (645 km a Nordeste de Cuiabá).

    A diligência foi deflagrada para apurar possíveis danos ambientais no local, onde ocorre a extração de gemas de diamantes.

    Para atendimento à ocorrência, os policiais civis e os fiscais deslocaram-se para o local de balsa, onde foram constatadas as irregularidades.

    Também foram encontrados diversos galões de combustível, ou seja, óleo diesel, armazenados de forma irregular, configurando a prática de crime ambiental.

    A Sema também advertiu sobre a atividade desempenhada pelo garimpo com grande risco de causar sérios danos ao Córrego Antártico, uma vez que com o tempo, a atividade do garimpo poderá fazer uma barreira no corpo hídrico sugando sedimentos naturais e causando diminuição do volume de água após a barreira, o que certamente causará enorme turbidez da água.

    Além disso, há o risco de derramamento de óleo, levando com que a água se torne imprópria para o consumo.

    A fim de resguardar o equilíbrio ambiental, a Sema suspendeu a licença de operação da atividade do garimpo por tempo indeterminado.

    DESMATE – Em Cáceres (227 km a Oeste de Cuiabá), uma equipe do Batalhão Ambiental da 4ª Companhia da cidade encaminhou à delegacia um homem por crime ambiental.

    A denúncia descrevia um desmate ilegal que havia ocorrido em uma fazenda localizada na estrada vicinal.

    No local, os agentes foram recebidos pelo proprietário da área que alegou ter vendido parte da terra para um homem.

    Ele apresentou os documentos com registro em cartório da compra e venda. O fato ocorreu nesta última sexta-feira (16).

    Segundo a PM, parte da área devastada estava entre a propriedade do senhor e do comprador.

    Questionado sobre a sua área, ele alegou que não teria nenhuma documentação que o autorizasse a intervenção na área desmatada.

    Os policiais formalizaram autos de inspeção e infração, além do termo de embargo com multa de R$ 4 mil.

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