Emanuel nega ameaça e diz que prima não atua na Prefeitura

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Abílio Júnior denunciou por meio de live suposta coação de seu adversário a servidores

CÍNTIA BORGES
DA REDAÇÃO

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB), que tenta a reeleição, afirmou que a denúncia relativa a suposta coação de servidores da Saúde para atuarem como cabos eleitorais “não é verídica”.

 

A acusação foi feita pelo seu adversário no segundo turno da eleição, Abílio Junior (Podemos). Ele ajuizou uma ação de investigação judicial na 39ª Zona Eleitoral neste sábado (21).

 

Segundo Abílio, a prima de Emanuel, Miriam de Fatima Naschenveng Pinheiro – ex-coordenadora de Saúde da Atenção Básica da Capital –, teria tentado cooptar servidores com “ameaças”. O candidato apresentou um áudio atribuído a Mirian.

 

“A denúncia realizada na tarde de hoje (21) não é verídica. A senhora Miriam de Fátima Nascheveng Guimarães Pinheiro não é servidora do Município de Cuiabá. Ela reside em Várzea Grande, onde possui o seu domicílio eleitoral. Foi exonerada da rede municipal de Saúde para concorrer a cargo eletivo pela cidade de Várzea Grande em 14 de agosto de 2020”, disse Emanuel por meio de nota à imprensa.

 

A denúncia realizada na tarde de hoje (21), não é verídica. A senhora Miriam […] não é servidora do município de Cuiabá. Ela […] foi exonerada da rede municipal de Saúde para concorrer a cargo eletivo pela cidade de Várzea Grande em 14 de agosto de 2020

De acordo com a nota, os fatos relatados por Abílio – caso sejam verídicos – devem ser de responsabilidade de Mirian e que o prefeito não coaduna com tais práticas.

 

“Os fatos narrados dizem respeito a uma iniciativa exclusivamente pessoal, ação de uma cidadã sem nenhum vínculo com o poder público Municipal da Capital”.

 

“Nesta oportunidade, Pinheiro reafirma que cabe, exclusivamente à ela, responder por seus atos e que jamais coadunará com medidas que transgridam os princípios éticos da gestão pública e da democracia”, consta em trecho da nota.

 

Ação de investigação

 

A ação que pede a investigação dos fatos é assinada pelos advogados Alexandre Cesar Lucas, Gustavo Antonelli e Amir Saul Amiden.

 

O documento diz que houve “ameaça” e “coação” aos servidores.

 

“Olha, todo mundo tem benefício. Então tem que lutar agora. Aqui ninguém tira prêmio por você chegar 15h. Seu voto é abrir a boca. Ano que vem, com aquele ‘louco’, todo mundo vai para rua”.

 

“A maioria aqui tem emprego, todo mundo tem benefício, todo mundo entra a hora que quer, ninguém cobra nada de vocês, horário, todo mundo tem horário para colégio, todo mundo tem benefício aqui. Então a gente tem que lutar agora, não é isso de entre o bem e mal, não. É política e antipolítica, porque ele está sendo antipolítico, você entendeu?”, consta em trecho do áudio atribuído a Mirian.

 

A defesa do candidato ainda pede a cassação do registro de candidatura e a declaração de inelegibilidade por 8 anos de Emanuel, bem como de seu vice José Roberto Stopa (PV) por conduta vedada.

 

“Somente a cassação do registro de candidatura do político usurpador da esperança do povo e a sua consequente inelegibilidade são capazes de restaurar a dignidade da coisa pública e trazer reflexos positivos para o cidadão e isto, é o que ao final requer-se”, consta em pedido.

 

Ainda é pedido a investigação da conduta de Mirian e Gilson e ao pagamento da multa no valor de 100 mil UFIR.

Fonte: https://www.midianews.com.br/

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