COVID-19; Professora de MT está internada há 11 dias no México

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    Vitória Lopes Gazeta Digital

    Uma professora de Mato Grosso está internada há 11 dias em um hospital em Cancún, no México. Eliene Marques e um grupo de mais 6 pessoas foi passar o réveillon no exterior quando ela começou a passar mal e precisou ser internada. Diagnosticada com covid-19 e sem dinheiro para custear o tratamento – que chegava a US$ 5 mil por dia, o equivalente a R$ 25.450 – ela passou por vários probelmas para conseguir atendimento médico. Enquanto os amigos voltaram para casa, ela permanece internada no México, ainda sem previsão de alta.

    A viagem de final de ano para Cancún (México), organizada para ser um momento de lazer, acabou se tornando um grande desafio. Em um grupo de 7 pessoas, apenas a professora Eliene Marques testou positivo para a covid-19, logo no primeiro dia das férias.

    De acordo com a jornalista e cerimonialista Agda Catulé, que acompanhou a amiga, os planos começaram a “desandar” assim que Eliane entrou no avião. Ainda durante o voo, a professora começou a passar mal, com dificuldades para respirar.

    A dificuldade do grupo foi encontrar atendimento em um hospital. “Quando ela chegou na Cidade do México, no dia 31, já sentiu muitas dores de cabeça, falta de ar. Assim que desembarcou, procuramos vários hospitais, cerca de 5 clínicas, e em nenhuma conseguiu atendimento, porque estava saturado”.

    Eles chegaram até a procurar um hospital particular, no entanto, o preço de internação era de US$ 5 mil por dia. Em uma das consultas, a professora teve que desembolsar US$ 500. Passada a saga do atendimento, um dos amigos perguntou se Eliane aguentava ir para Cancún, onde deveria ter hospitais menos colapsados. Mesmo passando mal, a professora aguentou o percurso. “Se ela tivesse se mantido dentro do Cidade México, teria falecido, porque não tinha nenhum tratamento”, lamenta Agda.

    No destino final, já no dia 1º, Eliane conseguiu ser internada. O grupo retornou de viagem nesta segunda-feira (11). Por conta do estado de saúde grave da professora, ela ficou no México, na companhia do marido. “Eu acredito que essa semana não deva ter alta. Ela esta com dificuldade pra respirar está começando a andar sozinha, agora está estabilizando. Mas tem dificuldade para respirar e caminhar sozinha. Enquanto ela não tem passar essa segurança, o hospital não vai liberar”, afirma.

    O grupo realizou o teste PCR e apenas Eliane foi contaminada com a covid-19. Antes de viajar, eles também tinham feito testes para o novo coronavírus e ninguém do grupo tinha testado positivo.

    Após o diagnóstico positivo da professora, todos passaram separados. Agda, por sua vez, foi para Cancún sozinha, enquanto outras pessoas do grupo passaram a virada de ano dentro do táxi. “Programamos para passar o réveillon todos juntos. Acabou que 4 passaram na Cidade do México, e ficaram rodando o tempo todo dentro do táxi”, lembra.

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