Feirantes vendem produtos por Whats e entregam em casa; saiba como pedir

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Yuri Ramires yuri@gazetadigital.com.br Reprodução

Há 3 anos movimentando o setor econômico, cultural e turístico de Nossa Senhora de Livramento (42 km ao Sul de Cuiabá), a feira ‘É de Livramento’ precisou se reinventar durante a pandemia da covid-19 que atinge o mundo. Para isso, os pequenos produtos se juntaram para vender os produtos em ‘cesta’, tudo online, pelo WhatsApp, com a ajuda das Secretarias Municipais de Cultura, Turismo e Desenvolvimento Rural.

Com a recomendação de evitar aglomerações nos espaços públicos, as feiras livres deixaram de acontecer desde fevereiro em Livramento. Ao , o secretário de Turismo, José Eugênio Almeida Maciel, explicou que a ação foi uma forma encontrada para ajudar os pequenos produtores rurais, que deixaram de arrecadar com as vendas.

“Muitos deles tinham como a renda principal a venda dos produtos nas feiras e outros, a feira era o complemento da renda que auxiliava em casa. Com o isolamento, a suspensão das feiras e ficaram sem esse dinheiro. Então, achamos essa solução viável para contribuir”.

Ao todo, são 21 produtos preparados de forma caseira – veja a lista no fim da matéria – disponíveis na cesta, vendida pelo valor de R$ 150. “São produtos de qualidade. Assim que o pedido é feito, os produtos são separados e a prefeitura disponibiliza dois dias da semana para realizar as entregas na casa dos clientes, seja em Cuiabá ou Várzea Grande”.

Diferencial

E foi esse o diferencial encontrado pela gestão municipal para ajudar os produtores. O secretário ressalta que um veículo da prefeitura foi disponibilizado para levar as cestas até os clientes. “Nesse mês, as entregas acontecem no dia 28 de maio em Cuiabá e 29 em Várzea Grande”.

Na edição de maio da feira, outra novidade é a venda exclusiva em condomínio. “Foi outra solução encontrada para aumentar as vendas e são exclusivas e que deu certo. São vendas direcionadas”. Ao menos 100 cestas foram comercializadas no mês passado, número considerado satisfatório pelo secretário.

“É importante considerar que temos uma demanda grande. A gente faz a encomenda aos produtores em uma semana, eles produzem, e na terça – dois dias antes da entrega oficial – os produtos chegam aqui. São 15 dias de entrega dos lotes dos produtos”.

Maciel avalia que os produtores estão felizes com o resultado alcançado. “Para se ter uma ideia, tinha produtores que não vendiam nada desde que começou o isolamento. Então, estamos ajudando com esse complemento”, destacou.

Agora, a gestão vai direcionar os trabalhos para auxiliar os feirantes que trabalharam com a gastronomia. “Temos 12 pessoas que trabalham com peixes, pizzas, panquecas, pastel, então, temos que pensar como inseri-los no modelo”.

Pedidos

Os pedidos podem ser feitos pelo WhatsApp dos números (65) 99951-4930 – Renata Morais; (65) 99930-4216 – José Eugênio e (65) 98409-8227 – Valéria.

Entre os produtos, estão:

1. Queijo Cabacinha 350g – R$ 10

2. Queijo Trancinha 350g – R$ 10

3. Requeijão 400g – R$ 10

4. Coalhada 530ml – R$ 6

5. Queijo frescal 450g – R$ 10

6. Licor de caju – R$ 10

7. Doce de leite – R$ 10

8. Rapadura de leite – R$ 6

9. Rapadura de cera (cana) – R$ 6

10. Melado de cana – R$ 6

11. Doce de banana – R$ 10

12. Chips de banana (pacote) – R$ 5

13. Farinha de banana – R$ 10

14. Banana da terra (08 unidades) – R$ 8

15. Banana maçã (penca) – R$ 3,50

16. Paçoca de pilão – R$ 15

17. Mel 280 ml – R$ 10

18. Batata doce 500g – R$ 2,50

19. Abobrinha paulista (pacote) – R$ 2,50

20. Abóbora kabotian – R$ 2,50

21. Limão rosa – R$ 3,50